Ivete
Sangalo, escandalosamente poderosa
|
|
Altura:
1,75 m
Peso: 66 kg
Busto: 94 cm
Cintura: 68 cm
Quadris: 98 cm |
Quatro
quilos a menos, músculos mais definidos, gula dominada.
Aos 35 anos, Ivete decidiu pegar firme na malhação,
mergulhou numa reeducação alimentar e chegou à
sua melhor versão. Está precisando de um empurrãozinho?
Inspire-se na determinação e na força de
vontade da estrela!
É impossível ficar imune à presença
dela. Com 1,75 metro de altura, uma estrutura que comporta curvas
exuberantes e voz grave e firme, Ivete não chega, invade.
Ela conversa de perto e olha fixamente nos olhos, dando a certeza,
para quem ainda ousaria duvidar, de que se está diante
de uma mulher segura, que sabe o que quer e que não vai
deixar de ser ela mesma para agradar ninguém. No palco
ou em cima de um trio elétrico, a cantora contagia e
encanta. Não é à toa que é recordista
mundial de vendas de DVDs: o Show no Maracanã teve 604
mil cópias comercializadas no mundo inteiro.
Ivete
chegou à sessão de fotos no Hotel Copacabana Palace,
no Rio de Janeiro, vestindo jeans escuro e camisa clara. Não
tinha um pingo de maquiagem – para ela, esse é
um quesito dispensável no dia-a-dia. Sua pele é
lisinha, uniforme e com um brilho que nenhuma base seria capaz
de dar. Quando levantou a camisa para mostrar com orgulho a
barriga, contando que tinha acabado de sair de um treino puxado
de abdominais, provou que secou mesmo, e na medida certa.
Ela
pratica atividade física há 12 anos, mas não
com a freqüencia que gostaria. E, como qualquer uma de
nós, se incomodava com a oscilação de peso,
sempre em torno de 3 quilos. Aos 35 anos, resolveu apostar todas
as fichas na dupla infalível: exercício quase
diário feito com consciência e cuidado com a alimentação.
Deu certo. Em seis meses de malhação intensa e
reeducação alimentar com direito a cardápio
de 1800 calorias, perdeu 4 quilos – ela pesa agora 66
quilos –, viu seus músculos saltarem e ganhou curvas
mais bonitas do que no início da carreira, há
15 anos, com a Banda Eva.
Meio
melão de sobremesa
A
cantora cresceu em uma família bem estruturada, com bons
hábitos (ela diz que se considera uma mulher careta).
Mas o que aprendeu à mesa quando pequena precisou desaprender.
Ou hoje estaria muito acima do peso. “Cresci ouvindo o
meu pai dizer: ‘Pode comer até explodir!’
Como ele passou por dificuldades financeiras quando jovem, prometeu
para si mesmo que comida e educação jamais faltariam
aos filhos.”
“O
almoço na minha casa parecia A Festa de Babette. Todos
se reuniam em volta da mesa e eram servidos, diariamente, três
tipos de carne”, conta, fazendo referência ao filme
dinamarquês da década de 80, um clássico
do cinema gastronômico. De sobremesa, tinha fruta. Mas
não pense que era uma frutinha para cada um. A mãe
dela comprava laranja aos centos. Manga, os filhos comiam três
de cada vez. “Eu só conheci melão cortado
em fatias depois de adulta. Antes, eu partia ao meio e comia
de colher. Parecia a Magali, do gibi, devorava uma melancia
inteira de cada vez.” A mudança alimentar só
aconteceu ao final da adolescência – quando Ivete
decidiu que não queria ser gordinha como seus irmãos.